A voz de Jesus desce do
Céu para quem ama seu semelhante sem diminui-lo. Ela é mansa para os mansos,
mas é surda para quem usa meios duvidosos de viver.
Jesus conhece suas
ovelhas pela mansidão e paz que transmitem. Muitos não compreendem porque suas
vozes gritam no deserto. Ele não valoriza o que afasta o ser humano do Pai,
porque Ele é uno com o Pai.
Somente a união cultivada
e santificada com Jesus, dará respostas que tantos ainda não vislumbraram.
Abandonar a posição
antagônica ante o semelhante, viver a própria vida, sem apontar dedos, sem
críticas... apenas viver a própria vida... essa é a melhor decisão, a que nos
fornece independência e alegrias.
Falar menos, não
desejar se sobrepor aos demais, escutar o som do firmamento... enquanto o ser
humano não aprender o que realmente importa, ele não ouvirá “a voz de sua própria
divindade”, apta a lhe dar felicidade.

